
me faço ausente
não estou lá
sou o nada
que provavelmente
consistentemente
faz que está aqui
em lugar de verdade
só espaço
onde não brilha um sol
- cinzento –
de uma aurora que não vi
calmamente
simplesmente
sem desassossego ou paz
sou distância que
recado bilhete ou telegrama
não cobre
e se descobre
nunca tão presente em si
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Do livro Versilêncios – Prêmio Edmir Domingues de Poesia 2007 – edição da autora – Patrocínio Prefeitura do Recife – SIC - 2008
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imagem: obvious
(lá tem uma porrada de fotos fantásticas em infravermelho)
Poetajornalistamigo como diria um outro amigo, que beleza de imagem para meu poeminha. Muito obrigada pelo carinho da publicação. Amei.
ResponderExcluirAbraço
gé, minha querida,
ResponderExcluirfique (bem) à vontade, mesmo,
superlativamente!
o bloguinho é todo seu.
tcheros
Vim e conferi. Da tua lavra só gemas de ouro, Gerusa.
ResponderExcluirUm abraço no Samuca, e parabéns pela postagem.
Obrigada, Samuca, pela hospitalidade. Obrigada, Eurico, pelas generosas palavras.
ResponderExcluirAbraços fraternos nos dois.